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sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

NATAL!

NATAL!
Natal é...
O aprendizado de dividir
Um pouco do que se tem
Com quem não tem nada.
É aprender a perdoar.

Natal é...
É o saborear da alegria permanente da vida
A confraternização entre os amigos
A harmonia da família
O respeitar as diferenças.

Natal acima de tudo é
Atribuir honra e gloria ao autor da vida.

Natal é...
É aceitar o sacrifício divino
E receber com renuncia e prazer
O maior presente de todos os tempos:
O Cristo que é o Senhor absoluto do Natal
Autoria:Leila dos Reis



Eu! Leilinha
Recanto das Letras


Enviado por Eu Leilinha em 23/12/2011
Código do texto: T3403249

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

O Priíncipe da paz



O Príncipe da Paz

Porque um Menino nos nasceu, um Filho se nos deu; o governo está sobre os seus ombros; e o seu nome será: Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz. Isa. 9:6.
Jesus é muitas vezes chamado o Príncipe da Paz, mas incontáveis guerras têm sido paradoxalmente travadas em Seu nome durante os últimos dois mil anos.Havia uma estrela de prata pendurada na Igreja da Natividade, em Belém, sobre o suposto local do nascimento de Jesus. Visitei essa gruta em 1959, quando participei de uma excursão pelas terras bíblicas. Vi uma estrela feita no chão, sob a manjedoura. Mas não pude ver nenhuma estrela de prata pendurada. Mais tarde fiquei sabendo que havia uma estrela, sim, mas que havia sido removida uns cem anos antes.Em 1853 aquela estrela se havia tornado o foco de uma discussão que causou, em pouco tempo, a Guerra da Criméia. Tudo começou quando um clérigo da Igreja Ortodoxa Oriental decidiu substituir a estrela por uma outra da própria igreja. O clérigo do rito latino discordou. O primeiro era apoiado pela Rússia: o segundo, pela França. Quando a Turquia se colocou ao lado da França, a Rússia foi à guerra contra a Turquia. A França, a Grã-Bretanha e a Sardenha, por sua vez, declararam guerra contra a Rússia. A guerra durou três longos anos e resultou em dezenas de milhares de soldados mortos e feridos. Por fim, os aliados venceram. O lado irônico do fato é que a estrela de prata, o centro da contenda, foi retirada permanentemente dois anos depois da guerra, mas deixou um legado de má vontade que durou muito tempo. Você já parou para pensar por que Cristo tem sido tão freqüentemente ligado à guerra e ao derramamento de sangue, quando Ele é o Príncipe da Paz? Não é Cristo que causa essas guerras. Elas são causadas por indivíduos que professam ser Seus seguidores (ver S. Tiago 4:1 e 2), mas aparentemente nunca experimentaram, e portanto não revelam por suas ações, a paz da qual Jesus é o príncipe (ver S. João 16:33).Esta é a época do ano em que os pensamentos de muitos se voltam para o nascimento do Príncipe da Paz. Que seja também o tempo em que os seus e os meus pensamentos se voltem para Ele. Que Jesus nasça outra vez no seu coração e que você experimente sempre a paz que Ele oferece – a paz "que excede todo o entendimento". Felipense 4.7
Eu! Leilinha

Natal



O dia de Natal se aproxima e muitos ficam na expectativa do que vão ganhar como presente.

Oh, não se preocupem, não há nada de errado com isso. Conservamos todos em nós essa criança que, mesmo quando diz que não, gosta de receber e se sabe que vai ganhar alguma coisa, fica assim, com o coração em estado de espera.
Sabemos que o Natal não deveria ser uma festa para nós, mas ela é também, já que somos nós os presenteados, os lembrados, os que reencontram nessa data muitos dos que estiveram distantes durante todo o ano.
Muito do que vamos receber ainda não sabemos. E quem oferece fica na esperança de que vai agradar, quem recebe na de que vai gostar. Não sabemos. Se estivéssemos dentro do coração de todo mundo que oferece alguma coisa, gostaríamos de tudo, pois quem dá, dá para fazer feliz, o único pensamento e o único objetivo é o de ver no outro um grande ar de contentamento.
Pena que quem recebe, nem sempre recebe ou vê dessa maneira e pode ter as mais diversas reações.
E foi assim durante todo o ano que passou, se refletimos sobre tudo o que nos aconteceu, tudo o que tivemos nas mãos, o que deixamos de lado ou o que guardamos bem perto do nosso coração.
Recebemos da vida o que não pedimos ou recebemos de maneira diferente e continuamos nessa atitude de espera que ainda alguma coisa mude, alguma coisa chegue exatamente da forma como idealizamos. Podemos ficar assim numa espera eterna, já que talvez o nosso presente tenha estado nas nossas mãos, somente não demos o justo valor, porque ele veio com uma apresentação diferente.
Quando Jesus nasceu, muitos esperavam um rei. E um Rei nasceu. Mas não para todos, apenas para aqueles que tinham o coração puro o bastante para saber olhar além das aparências.
Aqueles que esperavam um rei que nasceria num palácio, num berço de ouro e se tornaria o Salvador da humanidade esperam até os dias de hoje.
Não souberam dar valor, porque suas expectativas foram contrariadas, porque não souberam ver com os olhos da alma, porque só conseguiram ver um menino que tinha por berço uma manjedoura e por teto o céu estrelado.
E esse mesmo menino, nascido de forma tão simples e pura, andou entre doutores e mestres e ensinou a eles, pregou o amor e deixou mensagem da paz como herança para o mundo e carregou uma cruz que não lhe pertencia. Sua coroa não foi de ouro e seus diamantes eram espinhos. Mas apesar de tudo, Ele foi e é o Rei acima de todos os reis.
A embalagem engana muitas vezes. Ela cria expectativas. O importante mesmo é o que vem dentro e é o coração de quem pegou do seu precioso tempo alguns momentos para pensar em nós.
Portanto, se a vida te oferecer algo diferente, preste um pouco mais atenção ao que recebe. Não é sábio ficar esperando algo mais e se esquecer do que se tem nas mãos. A esperança faz viver, mas dar valor ao que se tem constrói a Vida.

Que Cristo esteja todos os dias no decorrer do ano em nossas vidas!

Uma mulher apaixonada é um ser excepcional, porque ela se esquece e se perde em si mesma para se encontrar no ser amado.
Ela é capaz de tudo por ele; rouba madrugadas e se faz prisioneira de seus próprios sentimentos. Voluntária, ardente e feliz. E você continuará sendo o amor da minha vida. Saudades muitas saudades…
Beijos no seu coração.
Eu! Leilinha♥

25 de Dezembro


Ao contrário do que muitos pensam o natal não é uma festa cristã.A prática de festejar o natal foi introduzida na igreja em fins do século IV.
A palavra natal em inglês é christmas, a união de duas palavras, christ e mass que significa missa de Cristo ou missa de natal.
O dia 25 de dezembro foi escolhido porque coincidia com os festivaispagãos que celebravam a saturnália e o solstício de inverno,em adoração ao deus-sol, o sol invictus.Este festival de inverno era chamado a natividade do sol.A festa solar do natalis invicti (natividade do sol inconquistado) era celebrada em 25 de dezembro.
A prática de trocar presentes era, segundo nos informa Tertuliano, parte da saturnália.Não há nada de errado em dar presentes.Os israelitas davam presentes uns aos outros em tempos de celebração (Et.9:22).Mas alguns têm procurado ligar os presentes de natal com aqueles que Jesus recebeu dos magos.
A árvore de natal também tem suas origens no paganismo.Segundo uma fábula babilônica, um pinheiro renasceu de um antigo tronco morto.O novo pinheiro simbolizava que Ninrode tinha vindo a viver novamente em Tamuz.Entre os druidas o carvalho era sagrado.Entre os egípcios era a palmera, e em Roma era o abeto,que era decorado com cerejas negras durante a saturnália.O deus escandinavo odim era crido como um que dava presentes especiais na época de natalaqueles que se aproximassem de seu abeto sagrado.Em inúmeras passagens bíblicas a árvore é associada a idolatria e a adoração falsa:Porque também os de Judá edificaram altos, estátuas, colunas e postes-ídolosno alto de todos os elevados outeiros, e debaixo de todas as árvores verdes (I Rs.14:23).Não estabelecerás poste-ídolo, plantando qualquer árvore junto ao altar do Senhor teu Deusque fizeres para ti (Dt.16:21).Portanto a árvore de natal recapitula a idéia da adoração de árvore,sendo que castanhas e bolas simbolizam o sol.
A fim de justificar a celebração do natal muitos tentaram identificaros elementos pagãos com símbolos bíblicos.Jesus, por exemplo, foi identificado com o deus-sol.Tertuliano teve que assegurar que o sol não era o Deus dos cristãos, e Agostinho denuncioua identificação herética de Cristo com o sol.
Na basílica dos apóstolos muitos cristãos, identificando Cristo com o deus-sol,viravam seus rostos para o oriente a fim de adorá-lo.O próprio papa Leão I reprovou o ressurgimento desta prática,como já havia acontecido com o povo de Israel: "…e com os rostos para o oriente, adoravam os sol virados para o oriente" (Ez.8:16).
É bom lembrarmos das advertências do profeta:Porque os costumes dos povos são vaidade; pois cortam do bosque um madeiro, obra das mãos do artífice com machado; com prata e ouro o enfeitam, com pregos e martelos o fixam, para que não oscile (Jr.10:3,4).
Com o passar do tempo muitos outros costumes foram sendo introduzidos nas festividades do natal.O papai noel, por exemplo, é uma representação de São Nicolau,um santo da igreja católica romana.O presépio foi inserido por São Francisco.
Não devemos jamais nos esquecer que como cristãos verdadeiros somos ordenados a comemorara morte de Cristo, sua ressurreição e sua vinda (I Co.11:25,26).Em nenhum lugar das Escrituras é ordenado aos cristãos que comemorassem o nascimento de Cristo.Talvez porque o nascimento de Cristo é um fato histórico aceito por todos os homens,é algo que ninguém se opõe.Não é assim porém com relação a sua ressurreição.Todos comemoram o nascimento de Cristo, mas somente os cristãos comemoram a sua ressurreição.Devemos ainda lembrar que acerca de Jesus, identificado na pessoa de Melquisedeque, se diz que era"…sem pai, sem mãe, sem genealogia; que não teve princípio de dias, nem fim de existência…" (Hb.7:3).
Em todos os período da história da cristandade uma minoria de líderes eclesiásticostem se colocado contra a observância do natal.Uns ou mais fatores está relacionado a essa oposição: (1) uma rejeição da autoridade eclesiástica na sua tentativa de estabelecer dias oficiaisde festas dos quais o natal é um;(2) uma objeção às bebidas, festas e imoralidade associadas às festividades do natalem todos os períodos da história;3) as associações antigas e contínuas entre o natal e as idéias e práticas religiosas pagãs.
Alguns protestantes, especialmente os de tradição calvinista – inclusive Calvino, Knoxo, puritanos ingleses e norte-americanos e muitos presbiterianos – recusavam-se a celebrar o natal.
Eu! Leilinha
Extraído este texto de uma revista